Vânia Fernandes grávida integra em Outubro projeto de “um grande músico de referência nacional”

Fotos Funchal Notícias.

A artista madeirense Vânia Fernandes vai participar, em Outubro, em dois grandes projetos musicias. Um deles com “um grande músico de referência nacional” e outro com a Orquestra de Bandolins de Câmara de Lobos, este último sobre o Festival da Canção.

Já a partir de Setembro irá participar na nova temporada de espetáculos da orquestra Imperatriz Sissi, com uma grande equipa de seis cantores.

“Depois vou fazer uma paragem curta em novembro porque vou ter uma menina e, para o ano, recomeçar com coisas novas, projetos novos”, adiantou ao Funchal Notícias.

Originais não existem mas já trabalha na preparação de um espetáculo novo que será exibido no próximo ano, no Casino da Madeira, a sua residência artística desde que decidiu residir na Região com o marido, Luís Sousa.

Ao longo dos últimos anos, o casal já produziu 4 trabalhos diferentes e tem integrado nos diferentes espetáculos outros artistas madeirenses, desde cantores, músicos e bailarinos. “Tem sido sempre uma oportunidade de dar palco a tanta gente boa”, disse.

Vânia Fernandes está no Porto Santo para dois espectáculos de tributo a Amália Rodrigues no Centro de Congressos.
O evento é promovido pelo Diário de Notícias, Luís Nunes, DeltaSom, em parceria com a Câmara do Porto Santo.
Disse que se trata de um espectáculo já concebido há uns anos e exibido no Teatro Municipal Baltasar Dias, sob a direção artítica de Maria da Paz Rodrigues com algumas adaptações. O espetáculo também já esteve em residência artística no Casino da Madeira, local para onde volta em Setembro.

Para o espetúculo do Porto Santo foi recuperado o reportório e adicionados alguns fados de sempre de Amália Rodrigues.

Segundo Vânia Fernandes, do vasto leque de canções de Amália Rodrigues, o mais difícil é a escolha.
“A seleção é difícil. Numa primeira fase fui muito egoísta, escolhi os fados que primeiro cantei. Comecei a cantar com 12 anos mas o fado só comecei a cantar aos 14/15 anos. Os primeiros fados eram todos da Amália que ouvia a minha mãe cantar e que ouvia na rádio”, disse.

Depois foi necessário pesquisar sobre Amália e cantar aqueles fados que o público tem no ouvido.
“Infelismente nunca vi Amália ao vivo. Li muitas entrevistas, vi muitos concertos, muitas coisas. Foi necessário fazer uma seleção que abranja Amália Rodrigues como artista. É muita coisa. Ela era uma cantora muito versátil. Trouxe tanta coisa para o fado que qualquer seleção é sempre injusta. Para este espetáculo escolhemos 17 números”, rematou.