Como líder regional e deputada única do PAN na Madeira, em outubro de 2023 ganhou notoriedade nacional e regional ao negociar e viabilizar os orçamentos da coligação PSD/CDS na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.
Com a constituição de Miguel Albuquerque como arguido num processo judicial, Mónica Freitas exigiu esclarecimentos, mas optou por manter o acordo de forma temporária para aprovar o Orçamento Regional, evitando eleições antecipadas e o crescimento de partidos de extrema-direita.
Em Março de 2025, nas eleições regionais antecipadas, o PAN falhou a eleição de deputados, deixando Mónica Freitas fora da Assembleia.
Mónica Freitas é uma ativista pelos direitos humanos e dirigente do PAN (Pessoas-Animais-Natureza).
Nascida em 1995, destacou-se por assinar o acordo de incidência parlamentar que garantiu a estabilidade do primeiro governo regional madeirense de Miguel Albuquerque.
Licenciada em Serviço Social pela Universidade de Coimbra, com formação em igualdade de género e cidadania, possui curso de técnica de apoio à vítima.
Trabalha no Instituto de Segurança Social da Madeira. Está ligada à associação Womaniza-te e desempenhou funções na direção da associação Olho.Te.
Agora mais discreta, o Funchal Notícias fez duas perguntas a Mónica Freitas:
O que tem feito depois da política ativa?
Voltei ao meu trabalho, uma vez que era funcionária da Segurança Social. Atualmente estou na ação social de São Vicente e Porto Moniz. Faço também parte da CPCJ [Comissão de Proteção de Crianças e Jovens] de São Vicente tendo sido eleita presidente.
Politicamente continuo a ser a porta-voz regional assim como fui eleita em dezembro de 2025 como membro da Comissão Política Nacional e da Comissão Política Permanente do partido, estando responsável pela área social.
E como vai o PAN?
Em termos Regionais mantemos os nossos contactos ativos, tendo dado várias respostas no âmbito de denúncias e situações na causa animal.
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