Medicina Legal acelera processo para libertar corpos até sexta-feira

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O número de mortos mantém-se nos 13 e há sete feridos, um deles encontra-se nos Cuidados Intensivos. Foto Rui Marote

Quatro elementos do Instituto de Medicina Legal já estão na Madeira para acelerar o processo de autópsias dos corpos das 13 vítimas mortais resultantes da queda de uma árvore de grande porte, na terça-feira no Largo da Fonte, no Monte, precisamente no momento em se encontravam milhares de pessoas para a procissão.

Hoje, em conferência de imprensa, o adjunto da direção clínica do Hospital Dr. Nélio Mendonça, Miguel Reis, apontou sexta-feira como o dia provável para libertação dos corpos às famílias, que assim poderão fazer os funerais e prestar a última homenagem.

Nesta informação aos jornalistas, na presença do secretário regional da Saúde, Pedro Ramos e da presidente do conselho de administração do SESARAM, Tomásia Alves, Miguel Reis disse ter sido acionado o Plano de Emergência nível 1, previsto para situações desta natureza, envolvendo a mobilização de médicos e enfermeiros no sentido de serem prestados todos os cuidados de saúde aos feridos num tempo mais rápido possível e com a eficácia correspondente.  Está ainda em curso nos centros de saúde, um apoio às famílias das vítimas deste trágico acontecimento.

O número de mortos mantém-se nos 13, sendo que destes dois são de nacionalidade húngara e francesa, havendo ainda a registar uma criança de um ano. Dos 51 feridos que deram entrada na unidade hospitalar, sete continuam internados, um deles nos Cuidados Intensivos, referindo-se que todos eles inspiram alguns cuidados.

Miguel Reis, confrontado com algumas críticas de utentes familiares dos feridos, relativamente à suposta falta de informação dos Serviços de Saúde sobre o estado dos mesmos, referiu que “o principal objetivo, aquele mais imediato, foi tratar dos feridos e intervir em tempo útil”.


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