Albuquerque reafirma Autonomia e exige da República a resolução dos dossiers da Região

foto facebook Miguel Albuquerque

O dirigente do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque, exaltou hoje na festa do seu partido, no Chão da Lagoa, a evolução da Madeira e conquistas autonómicas, ao longo de cinco décadas. Para ele, conforme declarou, “a Madeira não é uma ilha, é uma alma no mundo”. Uma alusão às extensas comunidades madeirenses por esse mundo afora.

Albuquerque elogiou ainda a labuta de todos os componentes da social-democracia, desde militantes a deputados e membros das autarquias.

Não deixou de lembrar governantes de destaque ao longo do percurso do PSD no poder, incluindo secretários regionais e o seu antecessor, Alberto João Jardim.

Afirmando que o PSD é um partido “de trabalhadores”, disse que a RAM espera que a República assuma as suas responsabilidades com as regiões autónomas, pois, explicou, já não estamos na era das “ilhas adjacentes”  e os ilhéus não admitem “discriminação”. Até porque, chegou a defender, a Madeira “está no centro do mundo” e não nas periferias.

Questões como o subsídio de mobilidade, a revisão da lei das finanças regionais e outras esperam cooperação e resolução por parte do governo central, a quem Albuquerque garantiu que o PSD-M não está disposto a fazer concessões em matérias de direitos.

Ambicionando sempre mais poderes para a Autonomia, mencionou também uma sempre falada e do seu ponto de vista, necessária revisão constitucional.

 


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