Albuquerque quer habitação e mais mobilidade para o Funchal

foto GR/facebook

De acordo com o presidente do Governo Regional, falando hoje no âmbito das cerimónias do Dia da Cidade, “não há guetos na Madeira”. Foi assim que Miguel Albuquerque procurou passar a imagem de que as políticas para a habitação no Funchal são “inclusivas”. Aliás, Albuquerque fez a apologia da criação de mais habitações sociais no centro do Funchal e não só.

Sempre procurando apresentar as coisas do ponto de vista dos empresários, que considera criadores de riqueza, Miguel Albuquerque defendeu que o senhorio “não pode continuar a ser visto como um especulador”, e deu a entender que a actual lei do arrendamento é excessivamente influenciada por uma visão esquerdista que causa um desequilíbrio que não vai ao encontro dos interesses dos proprietários. Alertou mesmo que há risco de “forças extremistas”.

Miguel Albuquerque ainda pediu uma salva de palmas para Cristina Pedra, pelo trabalho desenvolvido ao longo do mandato.

Por outro lado, o governante assegurou a continuidade da excelente colaboração entre o seu Executivo e a vereação funchalense.
Ainda abordando a habitação, o chefe do executivo disse que é necessário continuar a construir habitação pública, e mencionou a intenção em criar um mercado de arrendamento e alienação de habitação pública, significando que a habitação apoiada pelo Estado, Região ou Câmaras não pode entrar no mercado normal.
Paralelamente anunciou que a ligação entre as Quebradas/Lazareto e Caniço será mesmo para concretizar, tirando pressão à via rápida. Numa primeira fase, entre as Quebradas e o Lazareto, a segunda entre o Lazareto e o Caniço. A melhoria da mobilidade no Funchal é um desafio a vencer, estando entre as principais prioridades.

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