Rui Marote
A recolha de lixo no centro do Funchal funciona, por vezes, a horas impróprias. Neste caso, a do papel e cartão, que embora não cheirem mal, não deixam de ser lixo.
Com o jardim municipal a 20 metros, o Teatro Municipal a 100 metros de distância, o relógio marcava 11 horas da manhã na Rua Conselheiro Silvestre Pestana, quando colhemos esta imagem, certamente não a imagem de marca de uma cidade cheia de galardões turísticos.
A CMF deve programar estas recolhas para horas nocturnas. Os residentes não devem colocar os caixotes na via pública às horas que lhes apetece e deixá-los expostos.
Recordamos quando já há 30 anos visitámos familiares em Maastricht e assistimos às rotinas da recolha do lixo: nos dias assinalados o lixo era colocado em sacos de plástico de cor preta a porta das residências. Se o carro do lixo por qualquer razão não efectuava a recolha o lixo tinha de ser retirado da via pública para o interior da residência e voltar a ser colocado no dia seguinte às horas estabelecidas. As multas eram a doer para o cumprimento de regras.
Na Madeira as regras ficam no papel e a câmara continua a fechar os olhos.
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