Os trabalhadores da EEM – Biotecnologia, S.A., reuniram-se no dia 6 de Junho em plenário com a
presença de dirigentes do SINDEL – Sindicato Nacional da Indústria e da Energia, onde manifestaram a sua preocupação com o futuro da empresa e a ausência de diálogo desta com os representantes dos trabalhadores.
Desde Julho de 2023 que o SINDEL vem solicitando reuniões com a Empresa, para tratar de assuntos que afectam os trabalhadores, sem que esta tivesse anuído na marcação, denuncia o sindicato.
Os trabalhadores em plenário deliberaram, pois, que o SINDEL deve insistir na marcação de reunião com a Empresa para abordar o futuro da mesma e tratar os assuntos que os preocupam, e, caso esta se continue a recusar reunir, denunciar este comportamento perante as instâncias competentes e instar outras formas de luta.
O SINDEL, nascido em 1979 no seio da EDP, é líder de representatividade no sector energético de Portugal Continental e dos Açores, e – há cerca de duas décadas – alargou mesmo a sua actividade aos ramos da Indústria, do Ambiente e dos Serviços.
“A postura do SINDEL enquanto estrutura representativa de trabalhadores é, em todas as empresas em que tem associados, de negociação e concertação. Privilegia um sindicalismo de proposição e de negociação, daí a insistência na necessidade de reunir com a Empresa com o objetivo de melhorar as relações de trabalho e motivação dos trabalhadores”, afirma o sindicato.
“Apesar do SINDEL representar mais de 95% de todos os trabalhadores da EEM –
Biotecnologia, S.A., esta recusa reunir com o SINDEL, o que é incompreensível, inconcebível
e merece o nosso repúdio”, conclui a estrutura sindical.
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