Flashes sobre o outro lado de Rafaela Fernandes: “A preguiça tira-me do sério”

 

Funchal Notícias – O que enche as suas medidas?

Rafaela Fernandes – Onde anda o meu índice de satisfação diário? Lá está, nós vivemos uma batalha diária. Chegar ao fim do dia e verificar que alguma coisa melhorou, é a minha maior satisfação.

FN – O que a tira do sério?

RF – A preguiça.

FN – Se pudesse tomar um avião agora, para onde iria?

RF – Ia para as Maldivas, suficientemente longe, para desligar de tudo e carregar as baterias, porque o nosso nível de cansaço, neste momento, é muito grande.

FN – Como vê os Sindicatos?

RF – São parceiros, são aliados, são pilares de articulação. São defensores das áreas profissionais que representam. Temos uma ótima relação com as ordens profissionais, quer dos médicos quer dos enfermeiros, procuramos, no respeito institucional, salvaguardar o legítimo interesses das áreas profissionais, em conjugação com os interesses da instituição.

FN – Em que plano está a família da presidente?

RF – As minhas duas crianças estão em primeiro lugar. Vamos procurando conciliar, entre as minhas manhãs e fins de tarde, os meus dois rapazes. Eles já vieram ao hospital, têm uma identificação com o meu gabinete. Faco algumas videochamadas quando sei que chegarei a horas em que eles não estarão acordados. Vamos tentando que eles participem um bocadinho nestas vidas loucas que temos. Eles percebem que a mãe está menos tempo em casa que o pai. Aliás, o pai é que faz o jantar.

FN – Se não fizesse parte do PSD, a que partido pertenceria?

RF – Não tenho identificação com nenhum outro partido a não ser com o PSD.

FN – Qual o líder político que mais admira?

RF – Eu tenho uma grande admiração pelo Professor Marcelo Rebelo de Sousa. Primeiro, porque foi meu professor na Faculdade. Ainda que não concorde com algumas das suas atuações, ele não deixa de ser o Professor Marcelo. Depois pelos seus registos como comentador. Internacionalmente, tenho uma estima especial por Obama, por tudo o que fez num momento difícil da história da América e tudo o que veio depois. Sinceramente, eu gostava de conhecer Obama.