O mesmo reza assim:
“Bom dia a todos e a todas!
Lamentavelmente, este Ponto de Ordem não vai ser divulgado na página institucional que, como acontece em todos os anos em que há eleições, voltou a ser pirateada. Tudo porque os anteriores Senhores, que ainda se julgam donos disto tudo, levaram consigo os acessos à página institucional e nunca os devolveram ou revelaram. Assim, podem parar com o direito à divulgação institucional com os cidadãos de Santa Cruz quando lhes convém. Mas já estamos a tentar resolver estas questões em sede própria, e que os responsáveis pelo atentado à liberdade fiquem sabendo que informaticamente também deixam rasto.
Infelizmente é isto que temos. Isto e muito mais. Enquanto bloqueiam a informação institucional num desdobrar de acusações via redes sociais, atacando de forma vil a mim é a minha equipa, aos meus colaboradores diretos e até à minha família.
E depois, numa semana em que nos limitaram a nossa liberdade de informação, andam por aí num afã de divulgar mentiras. Por acaso (e claro que não é por acaso) numa semana em que um barómetro de popularidade política coloca um presidente de Santa Cruz num terceiro lugar do pódio e esse mesmo presidente no lugar cimeiro do índice de satisfação da população relativamente aos autarcas.
Mas essa gente mesquinha que fique sabendo que eu olho para aquele barómetro e a única coisa que sinto não é vaidade pessoal, mas vaidade da minha terra, orgulho de pertencer a este concelho. Um concelho que apenas há oito ano era conhecido por ter credores à porta, por demorar três anos a pagar as contas, por estar endividado ao ponto de correr o risco de fechar a porta. E é esse concelho que em apenas oito anos salta para o primeiro lugar do reconhecimento do trabalho autárquico e para o terceiro lugar da popularidade política logo a seguir de um secretário regional e a um presidente do Governo.
Sei que é isto que dói muito a quem desgraçou este concelho e que agora quer regressar a toda a força, para se sentar em cima do conquistado e voltar a instaurar uma política de privilégio aos seus, uma política sem lei, uma política de costas voltadas para o povo”.
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