Deputados do PSD-M contestam acusações do PS, que os acusou de copiarem proposta

Os deputados do PSD-Madeira vieram esclarecer um tema abordado na notícia de um matutino madeirense. Diz o PSD que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista, na edição de 3 de Junho, do Diário de Notícias da Madeira, “reivindica a autoria de uma proposta anunciada pelo PSD que “Recomenda ao Governo Regional a candidatura ao regime escolar fruta, produtos hortícolas e leite nas escolas públicas da Madeira e do Porto Santo””, acusando o PSD de copy paste.

Ora, os social-democratas afiançam que “a proposta apresentada pelo Grupo Parlamentar do PSD Madeira foi estruturada com base na legislação europeia e adaptada e aplicável ao referido regime, articulando o enfoque nos objectivos da Estratégia Regional de Promoção da Alimentação Saudável e Segura, promovida pelo Governo Regional da Madeira, e na defesa do produtor regional (…)” Sendo a candidatura ao regime escolar fruta, produtos hortícolas e leite, uma iniciativa anual, cuja candidatura é feita até 31 de Julho, junto do IFAP, a apresentação do Projecto de Resolução do PSD torna-se ainda mais oportuna, pois decorre, neste momento, o concurso público regional para o fornecimento de refeições ao pré-escolar e primeiro ciclo para o próximo triénio escolar; por outro lado, afirma o partido, “a proposta do PS foi apresentada como proposta de alteração ao Orçamento da Região, de maneira descontextualizada, todavia, no entendimento do Grupo Parlamentar do PSD Madeira, esta não é uma medida de Orçamento, mas um complemento àquela que já é uma acção do Governo Regional da Madeira”.

Pelas razões invocadas, o PSD  não aceita a acusação de “copy paste”, quando a sua proposta de projecto de resolução “vai mais longe na defesa da nossa produção e aponta outras culturas frutícolas, para além da banana, como elegíveis para os bufetes escolares”.

Lamentam ainda os social-democratas “que o PS não tenha sido capaz de diagnosticar as necessidades dos produtores, nem, tão pouco, de encetar propostas que visem a prossecução e aprofundamento da alimentação saudável nas escolas, em simbiose com o que, aliás, já é feito nos nossos estabelecimentos de ensino”.