Ir ao cabeleireiro talvez em maio com marcação prévia e sem anéis, colares e brincos

O encerramento dos cabeleireiros é um dos problemas deste período de isolamento. Há piores, claro está, mas este é um. Para homens e para mulheres, sabendo-se que para o sexo feminino as consequências podem ser mais acentuadas. O Expresso levanta a “ponta do véu” relativamente ao que pode acontecer, em termos nacionais, com a reabertura dos cabeleireiros em maio, possibilidade avançada pelo primeiro-ministro, que também quer abrir creches, aulas presenciais para os 11º e 12º anos, além de uma abertura gradual de serviços e empresas.

Aquele jornal, na sau edição online, avança que a retoma dos cabeleireiros implicará uma marcação prévia, levar máscara ou até viseira, e deixar em casa anéis, colares, brincos e pulseiras. Nada de ir ao cabeleireiro depois das compras, nada de trasportar sacos extra. Nada de cumprimentos e sempre desifeção das mãos a entrada.

Tudo vai depender da organização de cada espaço, admitindo-se que em alguns possa ser tirada a temperatura do cliente. Uma coisa parece certa, retomar a atividade implica muitas precauções e perda de receita, uma vez que será preciso controlar o número de pessoas e a garantia do respetivo distanciamento. A compensação poderá estar no alargamento do horário de funcionamento.


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