Há embarcações de pesca de Câmara de Lobos no Porto Moniz.
Relativamente às embarcações que abandonaram a baía de Câmara de Lobos no domingo à noite (horas antes de ser decretada a cerca sanitária), estão as ser acompanhadas pelas autoridades competentes.
“Já estamos em articulação com a Secretaria Regional das Pescas no sentido de identificar a lista de todos esses indivíduos que fazem parte das embarcações e o que vai acontecer é que vamos acompanhar esse trajecto das embarcações”, assegurou Pedro Ramos na conferência de imprensa desta tarde.
Certo é que as embarcações que sairam (algumas delas no porto de abrigo do Porto Moniz) não poderão regressar à freguesia e as tripulações só poderão desembarcar após uma avaliação por parte da autoridade de saúde.
A cerca sanitária é para levar a sério e, por isso, neste como noutros casos de desobediência ou falsas declarações perante as autoridades de saúde, o mote é “endurecer” a luta… contra a COVID-19. Foi o caso da lavandaria do Hospital que foi encerrada porque uma funcionária deveria ter ficado em casa e compareceu ao trabalho, havendo necessidade de encerrar o serviço para poder desinfectar as instalações.
Recorde-se que hoje, o número de caos positivos subiu para 85 sendo que o total de casos recuperados subiu de 12 para 13.
O novo caso recuperado é de um residente na ilha do Porto Santo.
Instada pelo Funchal Notícias, Bruna Gouveia explicou que a Região ainda não registou uma cadeia de transmissão comunitária mas apenas transmissão local.
Segundo o IASAÚDE, todos os casos positivos registados até ao momento têm a sua origem identificada, pelo que são enquadrados numa cadeia de transmissão local.
Para Bruna Gouveia, só há transmissão comunitária quando os investigadores epidemiológicos não conhecem o “caso zero”.
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