
A reunião desta manhã da Assembleia Municipal deu que falar. Foi interrompida a protesto do PSD, cujo entendimento ia no sentido de a mesma só se poder realizar com o presidente da Câmara presente. Cafôfo não estava e, por isso, a bancada social democrata motivou a interrupção dos trabalhos. Depois, houve reunião de líderes e a votação deu sim ao retomar da reunião, com declarações de voto.
O deputado municipal João Paulo Marques considera que “o presidente da Câmara Municipal do Funchal tem de estar obrigatoriamente nas Reuniões de Assembleia Municipal, por ele próprio marcadas. Uma viagem alegadamente ao estrangeiro não é motivo para justificar a não comparência naquela que é a Assembleia Municipal da Cidade”.
Garantindo que o PSD não pactua com “este tipo de situações”, até porque hoje a ordem de trabalho é extensa, com pontos “muito importantes” para a Cidade, João Paulo Marques solicitou ao presidente da Mesa da Assembleia um intervalo regimental, no sentido reunir a Conferência de Líderes.
A suspensão da Reunião mereceu 21 votos contra da Coligação, do CDS e da CDU e 18 a favor do PSD e do PTP. Os trabalhos da sessão da Reunião da Assembleia Municipal foram retomados, com João Paulo Marques a lamentar a falta de responsabilidade que alguns dos partidos da oposição demonstraram ao não acompanhar o sentido de voto do PSD para a suspensão desta Assembleia. “O regimento é claro. É obrigatória a presença do presidente da Autarquia nesta Assembleia. Trata-se de um comportamento indigno para quem governa a Cidade e já demonstrou ter uma agenda própria que não inclui os funchalenses.”
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




