Rubina Leal ataca Paulo Cafôfo por causa da derrama

foto LR

A candidata social-democrata à liderança da CMF, Rubina Leal, acusou hoje o actual edil, Paulo Cafôfo, de desconhecer por completo as contas da Câmara Municipal do Funchal e reincidir na “mentira”. A candidatura de Rubina Leal reafirma que vai extinguir a derrama, imposta e cobrada às empresas com sede no Funchal, pelo actual executivo camarário, desde 2013. Garante que a extinção deste imposto municipal significará um alívio fiscal a 1.100 empresas com sede no concelho do Funchal, no montante de 8,6 milhões de euros nos próximos 4 anos, segundo dados apurados junto das entidades competentes e conforme valor declarado no modelo 22 das Finanças pelas empresas.

“A extinção da derrama vai criar um ambiente favorável para a dinamização económica da Cidade, vai promover a manutenção de empregos e potenciar a criação de novos postos de trabalho”, garante.

“Mais uma vez o presidente da CMF recorre à prática reiterada de propaganda e da desinformação assente sobre mentiras, numa clara tentativa de ludibriar os funchalenses e manipular a opinião pública”, acusa Rubina Leal, que diz que a verdade é que a Coligação introduziu o imposto da derrama, onerando os empresários e os comerciantes funchalenses”.

O imposto da derrama foi cobrado a mais de 1000 empresas, durante os últimos quatro anos, fruto da falta de visão estratégica da Câmara Municipal do Funchal, em relação ao crescimento económico e criação de riqueza do nosso concelho, acusa.

“Tendo em conta os valores pagos à autarquia em 2016 pelas empresas com sede no Funchal, a candidatura ‘Leal ao Funchal’ reafirma que vai extinguir a derrama e devolver uma média de 2,15 milhões de euros por ano, ou seja, 8,6 milhões de Euros nos próximos quatro anos, aos comerciantes e empresários funchalenses”.