
O jantar-comício do 96º aniversário do PCP, esta sexta-feira na Serra de Água, contou com mais de 600 participantes e com a presença do secretário geral do PCP, Jerónimo de Sousa, que veio à Região dizer que “Portugal tem dificuldade em dar resposta adequada aos graves problemas económicos e sociais” e “continua sem enfrentar a agenda de empobrecimento e declínio que os centros do capital querem impor ao País”.
O líder comunista, que é parceiro de entendimento parlamentar do governo da República, considera que “uma das maiores vulnerabilidades do País radica-se na sua dependência face a factores de conjuntura externa, na medida em que o País está destituído de soberania monetária e totalmente dependente das opções do Banco Central Europeu ou da chantagem das agências de notação financeira”.
Daí considerar a importância e o papel do PCP, que continuará a bater-se, como refere, “por objectivos opostos aos que conduziram Portugal ao declínio e empobrecimento”, sendo “um partido e o 96º Aniversário aponta para a necessidade de uma intensa acção, articulando e aproveitando a concretização de todas as possibilidades de levar mais longe a defesa, reposição e conquista de direitos, com o objectivo essencial da concretização de um outro rumo para as políticas de desenvolvimento de Portugal”.
Relativamente às eleições autárquicas, Jerónimo de Sousa lembrou o caráter alternativo e diferenciador do projeto do PCP e relevou a importância que aquelas representam no plano local, “mas também pelo que travamos nesta nova fase da vida politica nacional para melhor defender os interesses dos trabalhadores, do povo e do País, para dar mais força ao PCP e ao seu papel decisivo na concretização de um novo rumo para o desenvolvimento de Portugal”.
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