Papa declina convite e explica porque não vem à Madeira em Maio

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O encontro, em Roma, em Setembro de 2015.

Numa deslocação a Roma, entre os dias 7 e 13 de Setembro de 2015, o bispo do Funchal, D. António  Carrilho formalizou o convite ao papa para visitar a Madeira em Maio de 2017, aquando da sua deslocação a Portugal.

Mas, na altura, o papa Francisco não se comprometeu remetendo a resposta para mais próximo de Maio de 2017 e dependendo do programa organizado pela Conferência Episcopal Portuguesa.

Pois bem, recentemente, o Papa Francisco agradeceu ao bispo do Funchal o convite para visitar a Diocese, no contexto da sua próxima vinda a Fátima, mas justificou que não poderá concretizar o pedido feito por D. António Carrilho, porque vem apenas como “peregrino de Fátima”.

A explicação foi dada há poucos dias pelo Papa, numa carta enviada ao bispo do Funchal e assinada pelo Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Parolini, que D. António deu a conhecer ontem (2 de fevereiro), no final da missa do Dia do Consagrado, na Sé do Funchal.

Segundo revela o site da Diocese, na missiva, o Santo Padre agradece os “sentimentos manifestados” e considera que, “apesar da distância”, haverá lugar para um encontro no “coração do Papa”, junto de “Nossa Senhora”, pelo que “pede comunhão e oração”.

“O Santo Padre precisa muito desta união” e “pede a cada um que reze por ele” ou lhe “deseje coisas boas”, com votos de “misericórdia e paz”, disse o bispo do Funchal.


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