A localização inicialmente pretendida na zona portuária (debaixo da estrada da Pontinha) gerou forte contestação. Críticos e entidades defenderam que a área era preciosa para o apoio logístico do Porto do Funchal. Por outro lado, vários partidos da oposição na Assembleia Legislativa da Madeira, como o JPP, argumentaram contra o projecto. A RAM, diziam, deveria dar prioridade a outras valências culturais, sugerindo antes a criação de um Museu da Música Tradicional da Madeira.
O Governo Regional acabou por canalizar o apoio financeiro e institucional para grandes exposições ao ar livre, considerando que o formato actual do Madeira Classic Car Revival e do “Clássicos na Magnólia” já cumpre com sucesso o papel de mostrar o património automobilístico local e movimentar a baixa citadina.
No entanto, coleccionadores locais voltaram a defender que o museu não deveria ficar centralizado no Funchal, mas sim assumir um carácter municipal ou descentralizado para beneficiar outras zonas da ilha. Ora, a nova administração de portos fez “delete” ao projecto, e quanto às verbas “tudo o vento levou”.
Entretanto e na proximidade dos portos, surge ao invés o projecto da “Casa da Orquestra”. Mas este até hoje continua por concretizar, tendo o GR inclusive perdido importantes financiamentos comunitários para o mesmo… nada menos que 40 milhões de euros.
E entretanto o Museu dos Automóveis antigos, como a Casa da Orquestra, continua a não passar de um sonho…
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