O CHEGA veio repudiar, “de forma clara e frontal”, as declarações proferidas pela comentadora política da RTP Madeira, Carina Ferro, dirigidas ao seu candidato à Câmara Municipal do Funchal.
“O ataque, tendencioso e carregado de má-fé, exige esclarecimento público — não só pelo teor insultuoso, mas pela total falta de moral de quem o profere. Entre 2019 e 2025, Carina Ferro celebrou sete ajustes directos com a Câmara Municipal de Santa Cruz, governada pelo partido Juntos Pelo Povo, num montante global superior a 122 mil euros. Sempre os mesmos contratos, sempre para a mesma adjudicatária, sempre pagos com o dinheiro dos contribuintes. Consultorias sucessivas, sem transparência nos resultados para o Município, um padrão que revela um ciclo fechado de compadrio político e favorecimento público”, acusa o CHEGA.
“Não bastasse, Carina Ferro integrou durante anos a Comissão para a Dissuasão da Toxicodependência (CDT) da Região Autónoma da Madeira, cargo remunerado com dinheiros públicos, supostamente para ajudar a travar um flagelo que não só não diminuiu como se agravou na Região. Anos pagos com fundos públicos, sem apresentar resultados concretos. Hoje, com o problema da toxicodependência em crescendo, a ex-deputada do PS apresenta-se como comentadora isenta, mas carrega consigo o peso de um histórico político falhado e cúmplice de um sistema que não serviu a Madeira”, acusa o CHEGA.
“Com esta bagagem, Carina Ferro atreve-se a vir a público, num canal pago pelo povo madeirense, atacar o candidato do CHEGA ao Funchal — insinuando que não se podem utilizar ajustes directos para responder à crise da habitação. Falso. A lei portuguesa é claríssima: ao abrigo do Regime Jurídico das Autarquias Locais (Lei n.º 75/2013) e do Decreto-Lei n.º 105/2018, os municípios podem recorrer a ajustes diretos para promover habitação acessível, reabilitar património urbano e desenvolver programas habitacionais de resposta urgente. O problema é que quem só conhece ajustes diretos para encher os próprios bolsos não faz ideia de como usá-los para servir a população”, prossegue Miguel Castro, líder regional do CHEGA, que aponta:
“Esta é a verdadeira hipocrisia do sistema instalado: os mesmos rostos, reciclados entre partidos, que em vez de servir a população, servem-se dela. São comentadores travestidos de independentes que passam anos a beneficiar do dinheiro público e depois usam a televisão para atacar quem ameaça o seu círculo de privilégios. Com o CHEGA, os favores e as negociatas acabam. A Madeira precisa de gente séria, não de carreiras políticas feitas à sombra de ajustes diretos e tachos de conveniência.”
Luís Santos, candidato à Câmara Municipal do Funchal pelo CHEGA, acrescenta:
“Chega de moralistas de televisão que fazem parte do esquema que arruinou a nossa terra e que querem denegrir a candidatura do CHEGA a todo o custo. Não temos medo de enfrentar este polvo de interesses — e é exatamente por isso que nos atacam. Porque nós não somos deles. Somos do povo, pela Madeira, com coragem, ética e verdade”, afirma.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




