CDS quer que Calheta seja “uma terra onde todos contam”

O CDS-PP apresenta-se às eleições autárquicas na Calheta “com uma missão clara: construir uma terra onde todos contam”, afirma o partido, “uma terra feita de pessoas e não apenas de interesses”,

“Não podemos aceitar que, no caminho do progresso, os calhetenses fiquem para trás. Não podemos permitir que a nossa gente seja esquecida”, dizem os centristas.

2A Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia não podem governar apenas para os turistas ou para quem aqui procura apenas residência. Têm de governar, acima de tudo, para quem cá vive, trabalha, luta e ama esta terra. Para o CDS-PP, os calhetenses estão em primeiro lugar. Sempre”, insiste o partido.

O CDS afirma querer “uma Calheta que valorize quem cá está e saiba receber quem vem de fora, sem nunca perder a sua identidade. Os nossos jovens não podem continuar condenados a sair, a emigrar por falta de oportunidades. Não podemos aceitar que falte habitação, que falte emprego qualificado e bem pago”.

“Perdemos o nosso futuro, perdemos muita mão-de-obra mas, depois, temos de ir buscá-la ao exterior quando temos talento na nossa terra que deixamos escapar. É aqui que está o talento. É aqui que está a vontade de trabalhar. Mas, para isso, é preciso haver condições. É preciso melhores salários, salários justos. É preciso criar oportunidades reais para que os nossos jovens fiquem e façam a Calheta crescer”, diz o CDS, e é a isso que se propõe.

“Sabemos que o turismo é importante e o sector imobiliário também. Mas não vivemos só disso. Nem podemos! A agricultura, o comércio, as pescas, a pecuária, a pequena indústria: todos contam. Todos são parte da nossa força. Para o CDS-PP, há prioridades que não se podem adiar. Investir no saneamento básico e renovar a rede de água potável. É uma vergonha que, em pleno 2025, num concelho europeu que acolhe tanto turismo, não tenhamos uma rede de esgotos e ETARs a funcionar a 100%”, diz a candidatura.

“E queremos mais. Queremos uma política de família que apoie quem quer ter filhos porque precisamos aumentar a natalidade. E queremos uma estratégia clara para dar mais qualidade de vida aos nossos idosos – aos que construíram esta terra com as próprias mãos. A desigualdade social não pode ser o preço do progresso. Não queremos uma Calheta a duas velocidades. Queremos uma Calheta de todos e para todos”, afirma o CDS.

 


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