Rui Marote
O Estepilha não deve nem quer interferir em concursos públicos muito menos quando estão em curso. Mas disse-nos um passarinho que um dos departamentos públicos abriu concurso para admitir nos seus quadros um engenheiro. Os requisitos obrigatórios mínimos para admissão são Licenciatura em Engenharia Informática, Engenharia de Protecção Civil ou Engenharia Eletrotécnica e Telecomunicações ou Engenharia Eletrónica e Telecomunicações. Deve ser membro Efectivo da Ordem dos Engenheiros ou Ordem dos Engenheiros Técnicos. Exigem-lhe ainda domínio da Língua Inglesa.
As “más línguas”, no entanto, dizem que este concurso é uma malha bem urdida, mais que um bordado Madeira de ponto “garanito”, caracterizado por pequenas conferências ou pontos cheios separados. Quando a distância entre os pontos é pequena (3mm), são seguidos passando de um para o outro sem cortar a linha.
Se a distância for maior, são rematados. Enfim, aguardemos a ver se se trata de um fato “à medida”.
Como o Estepilha gosta de histórias verdadeiras vamos finalizar com esta narração: Num departamento do Governo, já lá vão muitos anos, o chefe, para pertencer ao quadro abriu um concurso que lhe caia que nem uma luva. Requisito: ter o curso de Teologia. Moral da história: só apareceu um candidato.
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