Miguel Albuquerque elogiou este sábado os Trabalhadores Social-Democratas (TSD) e insistiu na importância do PSD/M manter esta proximidade à realidade laboral e a auscultação permanente de quem trabalha, para continuar a corresponder às suas necessidades e expcetativas e para, em conjunto, garantir que a Região siga um projecto de desenvolvimento, coesão social e estabilidade.
O responsável falava na abertura do IX Congresso Regional dos TSD/M que decorre no auditório do Colégio dos Jesuítas, durante o qual Miguel Albuquerque desafiou os TSD/M a fazerem parte das listas às Eleições Autárquicas deste ano, que “são para ganhar”, precisamente para reforçar esta proximidade em todos os concelhos da Região e nos órgãos do poder local.
Nesta oportunidade, o líder do PSD-M considerou que o facto do PSD/M estar no poder há quase cinquenta anos deve-se à matriz ideológica e aos valores intrínsecos que lhe estão associados mas, também, a esta proximidade à população e com quem labora.
Um caminho que é para continuar, disse, afirmando que, na Madeira e ao contrário do que sucedia no passado, todos os cidadãos têm o direito de progredir na sua vida pessoal e profissional. Um caminho que, opinou, deve ser reforçado no futuro, em conjunto, “até porque ninguém consegue fazer nada sozinho”. Defendeu ainda o “percurso notável da Região – que cresce economicamente há 48 meses consecutivos, acima da média nacional e assegura, por essa via, o desemprego mais baixo dos últimos vinte anos – fruto do grande esforço de toda a sociedade, dos investidores e dos trabalhadores, esforço esse assinalável e necessário tanto mais numa conjuntura de grande instabilidade europeia”, refere um comunicado do PSD.
Na sua intervenção, Albuquerque reiterou, por fim, o crescimento económico, a manutenção dos níveis residuais do desemprego, a redução da dívida pública e a progressiva redução fiscal que se reforça no actual Orçamento e para o próximo ano, como algumas das suas prioridades, deixando claro que é igualmente essencial preparar as novas gerações com a melhor educação e qualificação possíveis e garantir que, em sede de concertação social, seja possível actualizar salários, de modo a que o crescimento económico possa ter ainda maior reflexo directo nas famílias, seja pela via da redução fiscal, seja pelo aumento salarial.
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