Hoje, o CDS-PP dedicou o dia de campanha ao concelho de Santa Cruz, começando com uma visita ao Refúgio São Vicente de Paulo, em Gaula, informa o partido.
O cabeça-de-lista dos centristas às regionais de 23 de Março considerou nesta conferência de imprensa, que a Madeira tem vindo a registar um crescimento muito forte do Produto Interno Bruto (PIB) e, também, do turismo e dos transportes. “No entanto, esse crescimento não se tem reflectido na vida das pessoas”, meditou José Manuel Rodrigues.
O CDS-PP entende ser necessário haver um grande acordo entre Governo, Sindicatos e Empresários, no âmbito da concertação social, para a melhoria dos rendimentos e da produtividade. Um acordo que “permita melhorar os salários, reduzir os impostos, designadamente o IRS e o IVA, baixar o custo de vida, controlando a inflação que na Madeira já vai nos 4.3%, e criando, também, um salário de referência para os jovens licenciados quando entram no mercado de trabalho”, explicou Rodrigues.
O rendimento das famílias da Madeira é o mais baixo do país. “Temos o custo de vida mais alto do país e os salários mais baixos do país”, apontou. Por isso, é preciso inverter esta situação, controlando a inflação para que não aumente o custo de vida, e valorizando os salários e diminuindo os impostos para fortalecer a classe média e para dar maior poder de compra aqueles que têm menores rendimentos”, reiterou o cabeça-de-lista do CDS.
Questionado sobre quais os contributos que o partido deu nos últimos anos para melhorar os salários dos madeirenses, o cabeça-de-lista dos centristas e presidente do partido na Região recordou que, o CDS “é o responsável por termos o salário mínimo na Madeira mais alto do país, 915€”.
“Fomos nós que negociámos com o governo regional. E tínhamos ainda um conjunto de propostas inscritas para o Orçamento de 2025 que, infelizmente, foi chumbado pela esquerda e pela extrema direita”, afirmou.
José Manuel Rodrigues concluiu deixando claro que, “o CDS fez tudo, desde Maio até agora, para que os madeirenses tivessem melhores rendimentos. E é isso que nos propomos fazer, se formos decisivos na formação do próximo governo da Madeira”.
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