CDS defende “regime mais atractivo para o CINM”

O CDS veio dizer que o Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM) tem dado um importante contributo para as finanças e para a economia regional.

“A receita já representa à volta de 15% da arrecadação fiscal anual da Região, tem captado investimento externo e empresas, criou empregos qualificados e pode ser um instrumento para a diversificação da base produtiva regional, assente, quase exclusivamente, no turismo”, asseveram os centristas.

O CDS considera que, apesar das circunstâncias, a Região e o Estado devem continuar a insistir num regime fiscal mais atractivo para o Centro. Não se entende que essa atractividade seja concedida a Malta, Luxemburgo, Chipre ou Holanda, e se negue um estatuto semelhante a uma região insular e ultraperiférica como a Madeira.

O CDS defende que o Centro de Negócios volte a ser um instrumento de desenvolvimento regional, mas, para isso, é necessário que o Governo Regional lute por um regime fiscal mais atractivo e competitivo que faça crescer o número de empresas e incentive, ainda mais, o crescimento do Registo Internacional de Navios, conclui o CDS.


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