O PCP levou a efeito, na Rua Dr. Fernão Ornelas, uma tribuna pública para denunciar que as soluções para o país e para a Região não passam pela proposta de OE para 2025 do Governo PSD/CDS com a “bênção” do PS.
No decurso da iniciativa o dirigente do PCP, Ricardo Lume, disse que hoje na Assembleia da República está a ser debatido a proposta de Orçamento de Estado para 2025 na generalidade.
O PCP, desde o primeiro momento, afirmou claramente que não alimentava ilusões ou falsas esperanças em relação ao Governo, ao seu programa, às suas opções e a quem servia.
“Sempre dissemos que o Orçamento do Estado seria, como o é, mais um instrumento ao serviço dos grupos económicos e financeiros”, concretizou.
Este é, para os comunistas, um Governo e um Orçamento que prossegue e aprofunda ainda mais a política do governo anterior, de maioria absoluta do PS, política ao serviço dos grupos económicos e financeiros, que agrava as condições de vida, que aprofunda injustiças e desigualdades.
“Não deixa de ser curioso que o PS, se identifique com a generalidade da proposta do Orçamento e já anunciou que não pretende fazer alterações estruturais ao documento na especialidade e que viabilizará o Orçamento na votação final global”, refere.
Ricardo Lume concluiu afirmando: “A proposta apresentada pelo Governo merece o combate e a proposta do PCP”. O que os comunistas querem são propostas que no Orçamento do Estado e para lá dele permitam aumentar salários e pensões que garantam uma efectiva recuperação do poder de compra, mais justiça fiscal e a valorização dos serviços públicos de qualidade; medidas que garantam o acesso à habitação e aos transportes, a defesa da produção nacional e apoios às MPME, os direitos da juventude, o acesso à cultura; medidas de salvaguarda ambiental, da promoção da ciência, do necessário investimento público indispensável ao desenvolvimento do País e da Região.
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