Fotos: Rui Marote
Num arquipélago onde o problema da Saúde mental se faz sentir com acutilância, numa óptica correlacionada com situações como desemprego, exclusão, dependência de álcool ou drogas, depressão e outros males associados, e onde o aumento dos suicídios se revela uma realidade preocupante, registou-se hoje uma marcha. Assinalando o Dia Mundial da Saúde Mental, circulou entre o Parque de Santa Catarina até à Sé do Funchal.
José Manuel Rodrigues, presidente do parlamento regional, associou-se à iniciativa, organizada pelas Irmãs Hospitaleiras e Irmãos de São João de Deus.
Na marcha pedia-se que as pessoas vítimas de problemas de saúde mental não sejam vítimas de preconceito e ostracizadas pela sociedade, que não deve virar a cara a estes graves problemas.
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