
Em associação à apresentação do balanço do primeiro mês do POCIR, Miguel Albuquerque foi questionado sobre se o Governo Regional irá permitir a pesca do atum nas Selvagens como anunciado esta terça-feira pelo Chega.
Respondeu a estas questões ao explicar que neste momento está a ser elaborado um estudo científico com o objetivo de confirmar se a eventual captura de espécies migrantes, como o atum e o gaiado, colocará em causa a reserva integral. Afirmou ainda que esta questão só será decidida com base neste estudo, que ainda não foi finalizado e não possui ainda uma data de conclusão.
“Até ao momento, o Governo Regional já se comprometeu com três medidas do partido, após já ter confirmado a abertura das Selvagens à pesca do atum e do gaiado. Isto resulta directamente das negociações entre o partido e o PSD num âmbito do Orçamento Regional para 2024”, declarou Miguel Castro, do Chega.
Ainda no âmbito dos dados do POCIR, Miguel Albuquerque reagiu às palavras de Lucília Gago, ao afirmar que “temos de trabalhar nas reformas necessárias no sentido de conseguir duas coisas: a independência do poder judicial e que os direitos, liberdades e garantias do cidadão sejam salvaguardados. É nesse balanço que a justiça funciona e não para fazer circos”.
“A única maneira de credibilizarmos o regime é que a Justiça actue de forma eficaz com respeito pelo núcleo central dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, como existe no Estado Democrático, e que as pessoas que são averiguadas não sejam linchadas na praça pública para promoção, muitas vezes de egos ou promoção de determinadas forças políticas ou para ajudar jornais e revistas que vivam do sensacionalismo”.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




