Trabalhadores do Parque Ecológico do Funchal também querem subsídio de risco

O caldo está entornado.

A Câmara Municipal do Funchal anunciou recentemente que vai contemplar mais trabalhadores com o subsídio de penosidade e risco mas deixou outros de fora.

É o caso dos trabalhadores do Parque Ecológico do Funchal que acalentavam a esperança de serem contemplados com este aumento.

Segundo o Funchal Notícias conseguiu apurar, estes trabalhadores também reivindicam o subsídio pois estão diariamente expostos a riscos como quedas de árvores, de pedras ou riscos associados ao manuseamento de equipamentos como motoserras ou motoroçadoras.

Acontece que o ciclo de melhorias salariais para os recursos humanos da CMF não chegou a estes profissionais do parque ecológico.

É certo que quase 25% dos trabalhadores da CMF (mais de 420 trabalhadores) já recebem o subsídio de penosidade. Mas os trabalhadores do Parque Ecológico queriam ser contemplados com este alargamento a mais algumas carreiras profissionais.

Dizem que estão no mesmo plano de igualdade com os profissionais que estão no canil municipal, os que fazem asfaltagem à noite, os cantoneiros ou os coveiros.

Segundo conseguimos apurar, o alargamento do subsídio aos trabalhadores do Parque Ecológico seria apenas uma gota de água nos cerca de 400 mil euros que a auatarquia funchalense irá despender, a mais, com a elevação do risco de penosidade para novas categorias profissionais. Ainda que o subsídio de penosidade fosse pago, como será, com efeitos retroativos a janeiro de 2022.

O Funchal Notícias sabe que o assunto já terá sido comunicado ao Sindicato que representa os trabalahadores do Parque Ecológico.