JPP desafia Albuquerque a pedir a “fórmula” para redução fiscal a José Manuel Bolieiro

O líder do grupo parlamentar do JPP, Élvio Sousa, veio hoje desafiar Miguel Albuquerque a pedir,, pessoalmente, ao presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, a fórmula para baixar o IVA para 16% e reduzir os escalões do IRS. Dessa forma, ajudaria a população a enfrentar os custos exorbitantes da inflação e a garantir maior poder de compra.

Isto porque, na perspectiva deste partido, o GR da Madeira tem agora a “oportunidade única para baixar o preço dos produtos essenciais na Região e para deixar mais dinheiro na carteira dos madeirenses”.

“Está cada vez mais claro que os cofres do Governo Regional da Madeira estão a engordar com o aumento dos preços sobre os bens de consumo, enquanto os escalões de IRS se mantêm sem o diferencial fiscal de 30%, penalizando os madeirenses. Miguel Albuquerque tem de pensar menos em viagens e mais na população, sobretudo numa altura em que anunciou mais taxas para visitar o Cabo Girão e o Cais do Sardinha”, referiu Élvio Sousa, insistindo numa matéria que tem sido também extensamente defendida pelo líder do PS-Madeira. Sérgio Gonçalves.

“Ainda ontem, pedimos ao presidente do Governo para provar os delírios de se fazer passar por um aparente juiz do Constitucional, ao falar de taxas ilegais na casa dos outros, mas está em silêncio. Como já era de esperar esconde-se, não tem provas concretas, e mandou hoje um procurador da Quinta Vigia, Brício Araújo repetir a mentira”, desafia o JPP.

O PSD, acusa este partido, tem um trio de ataque ao JPP, composto por Alberto João Jardim, Miguel Albuquerque e Brício Araújo, “que repetem um conjunto de mentiras com aparente cara de sérios enquanto nós apenas dizemos as verdades a sorrir”.

“(…) desafiamos o procurador da Quinta Vigia, Brício Araújo a mostrar, ainda hoje, a decisão judicial ou o acórdão que comprova a ilegalidade das taxas de protecção civil e turística de Santa Cruz. Se não o fizer cai, novamente, no descrédito junto da população”, sentencia Élvio Sousa.