O partido RIR veio ironizar hoje com a Covid-19, “o vírus dos ajustes directos”, lamentando que a pandemia esteja a ser utilizada “por alguns políticos e empresários do sistema, para poderem encher os bolsos, sem dar nas vistas e fintando as autoridades ficalizadoras”.
O RIR sublinha não aceitar “que os governantes da nossa terra, sejam eles do Governo, Câmara municipal ou Junta de Freguesia e de diferentes cores politicas, façam ajustes directos a empresas do continente, quando na Madeira as empresas oferecem os mesmos serviços e estão neste momento, em grave situação económica”. Há mesmo, lembra esta estrutura política, despedimentos, salários em atraso e salários reduzidos, causando assim o aumento da pobreza na nossa Região.
O partido coordenado na RAM por Roberto Vieira defende que havendo ajustes diretos, estes teriam de ser atribuídos a empresas da Região, “sendo esta a forma de travar as falências, o desemprego e a pobreza, ajudando desta forma as famílias madeirenses”.
“No Governo e nas maiores Câmaras da Região, estas socialistas, as políticas do ajuste directo são sempre as mesmas, são quase sempre atribuídas aos mesmos, levando a suspeitar-se que nestes ajustes, há jogo de interesses, abuso de poder e favorecimento”, salienta este político.
“Para alguns, este vírus é visto como o euromilhões”, denuncia Roberto Vieira, que defende “fiscalização apertada aos ajustes directos e às empresas beneficiadas, fazendo ligação entre os que prestam o serviço e os que o requisitam, as proximidades partidárias, familiares e de amizade, pois são estas as razões para que sejam sempre os mesmos a levar o dinheiro dos contribuintes”.
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