JPP exige apoio aos pensionistas e reformados, como prometido pelo Governo Regional

“Em 2018, segundo os dados do INE, existiam na Madeira e Porto Santo cerca de 81 mil pessoas em risco de pobreza ou de exclusão social. Face a esta grave crise económica e social, os números poderão crescer em 2020, com perda de rendimentos e aumento do desemprego”, referiu o grupo parlamentar do JPP, Élvio Sousa.

O deputado do JPP, Élvio Sousa, veio hoje salientar a necessidade de o Governo Regional apoiar pensionistas e reformados, tal como prometido, relembrando que, em 2018, segundo os dados do INE, “existiam na Madeira e Porto Santo cerca de 81 mil pessoas em risco de pobreza ou de exclusão social”.

“Face a esta grave crise económica e social, os números poderão crescer em 2020, com perda de rendimentos e aumento do desemprego”, referiu. O partido recorda ter proposto, por diversas vezes, a criação de um complemento de pensão para pensionistas e reformados, no valor de 50 euros mensais, e considera urgente avançar com esta medida, “que o Governo Regional da Madeira da coligação PSD/CDS prometeu, e ainda não cumpriu”.

“É muito triste assistirmos a um Governo que se diz com vocação social, a gastar fortunas em nomeações politicas (11 milhões), 180 milhões nas sociedades falidas de Desenvolvimento, a perdoar 302 milhões de dividas à segurança social, e a não inscrever 9 milhões para garantir maior qualidade de vida a quem aufere, mensalmente, 300 euros de reforma”, disse o líder da bancada parlamentar do JPP.

“É uma vergonha total, o governo regional PSD/CDS estar a usar empresas públicas, como a Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), para suportar dívidas superiores a 2,2 milhões de euros de vários clubes de futebol, mas não ter uma grata consideração pelos reformados e pensionistas da Região”, frisou ainda.

“O JPP tornará a dar entrada desta proposta, o mais rapidamente possível, pois as pessoas precisam dessa ajuda é agora, e não para Novembro ou Dezembro deste ano, depois da pobreza se instalar”. “O vice-presidente Pedro Calado deve olhar para este flagelo social, das pensões de miséria. É fundamental olhar mais para as pessoas em risco de pobreza, do que para as grandes empresas, de onde o vice saiu”, concluiu.