O PAN Madeira veio dar conta da sua “estupefacção e revolta” pelo destino anunciado dos pombos do Funchal, que a Câmara Municipal do Funchal considera uma praga e que quer controlar através do gaseamento por dióxido de carbono. “Em nossa opinião, esta atitude da Câmara Municipal do Funchal, além de bárbara, é de uma total insensibilidade em matéria de bem estar animal, e faz-nos lembrar, com o devido respeito e diferença, acontecimentos horríveis praticados por humanos contra humanos na Segunda Guerra Mundial”, sentencia o PAN.
O PAN afirma que “os pombos urbanos não são pragas, tal como os gatos e os cães errantes também não o são. E se para estes existem meios humanos para a sua recolha, tratamento e encaminhamento para a adopção, porque razão estas aves têm que ser abatidas em vez de se optar por uma solução ética e moral?”, questiona o partido, que considera a atitude da CMF “repugnante”
O partido recomenda a criação de “pombais contraceptivos”, algo que afirma estar implantado em países como a Suíça, a Holanda, a França, a Alemanha desde 1990 (em 70 cidades, sendo que a de Colónia tem um pombal contraceptivo com uma capacidade para 100.000 pombos). Estes “são pombais destinados a atrair os pombos disponibilizando-lhes água, alimento e sombra em liberdade permitindo que seja possível a substituição de alguns dos ovos verdadeiros, antes da formação do embrião, por uns de gesso, com o objectivo de antecipar os nascimentos evitando assim a propagação”.
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