O PSD quer maior transparência orçamental e mais apoio para as famílias de São Martinho. Jaime Freitas, em representação do partido, aproveitou as celebrações do 441º aniversário da freguesia para saudar as instituições representativas da população residente e para lançar um olhar para o futuro e para os desafios que a mesma enfrenta.
O PSD diz que os Orçamentos que são aprovados e executados são muitas vezes alterados sem a prévia aprovação ou conhecimento da Assembleia de Freguesia, e que há aspectos por cumprir, como a criação de melhores condições de mobilidade dentro da freguesia e alternativas eficazes para facilitar os acessos a São Martinho e entre esta freguesia e o centro do Funchal. Outro aspecto é a criação de novas centralidades, melhores serviços para os cidadãos, mais espaços para as famílias e respectivas crianças e, ainda, novas iniciativas no domínio lúdico-cultural.
Reivindicações que continuam por resolver que se juntam a muitas outras lembradas por Jaime Freitas numa intervenção que, focando “a falta de cooperação da Junta de Freguesia com o Município e a consequente incapacidade de encontrar soluções para problemas que são recorrentes”, fez alusão à falta de intervenção na Praia do Gorgulho – que se poderia assumir como alternativa para toda a população da Madeira, à falta de estacionamento na Praia Formosa, ao estado de degradação em que as estradas da freguesia se encontram, ao trânsito caótico e ao adiar consecutivo do Projecto “Cidade das Crianças”.
Por seu turno, o presidente da Comissão Política de Freguesia do PSD/São Martinho, Bruno Miguel Macedo, não tem dúvidas de que é possível fazer mais e melhor pela freguesia e afirma que essa é, aliás, a principal motivação do PSD. Denuncia “o mau estado das estradas, o desmazelo de alguns espaços verdes, o trânsito afunilado, a limpeza muito deficiente em certas zonas da freguesia e o adiamento constante de obras e reparações prometidas (…) Acusa a Junta de Freguesia de viver “mais preocupada com a promoção de viagens à Turquia e de cruzeiros ao Mediterrâneo do que com a limpeza, com o cuidado e a segurança dos espaços e das zonas públicas (…): “7 anos de executivo socialista têm, infelizmente, consequências nefastas (…)”
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