Vice-Presidência emite esclarecimento no qual acusa o JPP de “mal-dizer”

Na sequência das declarações do vice-presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, reproduzidas na imprensa regional, a Vice-Presidência do Governo Regional emitiu um esclarecimento no qual acusa o JPP de, “numa já habitual rábula de mal-dizer, vir criticar, pela voz do vice-presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz” a divulgação da aprovação de um projecto que pretende controlar as perdas de águas naquele concelho, o qual foi aprovado pelo Governo Regional, através do Instituto de Desenvolvimento Empresarial.

“Ao contrário do que é referido, o Governo Regional não cumprimenta com o “chapéu alheio”, o que se diz e insistirá sempre nisso, é que este é um projecto que vai ao encontro daquela que tem sido a estratégia do Executivo Madeirense, no sentido de reduzir as perdas de água em toda a Região e, particularmente, nas localidades situadas na costa sul, onde os recursos hídricos são menores”, refere um comunicado. Um “facto claramente comprovado, não apenas com a aprovação deste projecto, mas de outros de igual importância e com o mesmo objectivo para este concelho. É o caso de um outro projecto, aprovado recentemente, que pretende melhorar as redes de abastecimento de água em Santa Cruz”.

“A referida candidatura, aprovada no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), ascende a um custo total de 310 mil euros, sendo que a comparticipação comunitária Fundo de Coesão é de 263 mil euros. Com a aprovação destes dois projectos para Santa Cruz, que rondam os 1,2 milhões de euros, o Governo contribui para o combate às perdas de água, reduzindo o volume de água extraviada, que é também um dos principais objectivos estratégicos deste Executivo Regional, como um meio de alcançar a melhoria da qualidade de serviço do abastecimento público à população e a sustentabilidade deste recurso natural”, refere a Vice-Presidência.

Ao publicitar a aprovação de mais este projecto, o Governo Regional cumpre, também, a sua obrigação que é a de divulgar aquilo que está a fazer com os fundos que lhe estão reservados e cuja gestão é feita através do Instituto de Desenvolvimento Regional, afirma a entidade.