Augusta Aguiar defende “uma cultura de completa intolerância face à violência”

Augusta Aguiar viol~encia da mulherAugusta Aguiar, a secretária regional da Inclusão Social e Cidadania, sublinhou hoje a necessidade de promover “uma cultura de completa intolerância face à violência”,  sempre no sentido de “uma ação firme e contínua na salvaguarda de quem está mais vulnerável, promovendo uma proteção segura, célere e multidimensional das mulheres vítimas de violência”.

Hoje, 25 de novembro, assinala-se o Dia da Eliminação da Violência Contra as Mulheres, motivo suficiente para que a governante marcasse presença na sessão de encerramento da conferência: “Violência – Onde começa a proteção?” que decorreu, esta manhã, no auditório do Instituto de Segurança Social da Madeira.

Destacou o facto do “Governo Regional da Madeira integrar nas suas prioridades, ao nível da política de intervenção social, a luta contra a violência doméstica, criando para o efeito estruturas e respostas específicas de prevenção e proteção das vítimas”.

No âmbito do II Plano Regional Contra a Violência Doméstica, Augusta Aguiar informou que “foram dinamizadas várias ações de sensibilização/informação/formação sobre Violência Doméstica, Violência no Namoro e Violência sobre a pessoa idosa, que abrangeram, em 2018, cerca de 10.500 pessoas, entre jovens, adultos e idosos”.

A Secretaria Regional de Inclusão Social e Cidadania, através do Instituto de Segurança Social da Madeira, tem igualmente apoiado as entidades parceiras no Plano Regional Contra a Violência Doméstica, nomeadamente, as Associações que prestam apoio direto e encaminhamento às vítimas, como a Associação Presença Feminina, Centro Social e Paroquial de Santo António e Centro Social e Paroquial de São Bento.

Augusta Aguiar aproveitou a ocasião para expressar “uma palavra de profundo agradecimento aos responsáveis de todas estas associações e demais entidades parceiras do Plano Regional Contra a Violência Doméstica, e às suas equipas, pelo trabalho notável em prol das vítimas de violência doméstica. São, sem sombra de dúvidas, fundamentais na construção de uma cidadania inclusiva, sem violência de qualquer espécie.”

 


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