JSD-M satisfeita com trabalho do IFCN e com a política ambiental do Governo Regional

A JSD/ Madeira reuniu-se com o Instituto das Florestas e Conservação da Natureza. Do encontro sairam algumas medidas tendentes a potenciar o património florestal da Região e a sua protecção. Segundo o líder da JSD/Madeira, Bruno Melim, o trabalho que tem vindo a ser realizado pelo Instituto, criado neste último mandato, tem sido assinalável. Citou, a respeito, a requalificação de 12 dos 23 postos florestais e a recuperação de muito do património que está disponível à população, através da aposta na melhoria do parque imobiliário das Queimadas ou do Ribeiro Frio.

Do ponto de vista ambiental “a decisão estratégica de se desenvolver o Plano do Ordenamento do Território Florestal revelou-se determinante para que as áreas públicas florestais se reconvertessem, através da reflorestação de espécies menos comburentes, em zonas mais seguras e, naturalmente, menos propensas a incêndios”, disse, a este propósito, o líder da JSD/M.

Não obstante a política de prevenção seguida pelo IFCN, a JSD/M sublinha ser essencial que a Região possa estar dotada “dos melhores equipamentos para fazer face a qualquer fenómeno florestal”. Nessa lógica e sabendo que a existência de um meio aéreo de combate a incêndios é assegurada pelo Governo Regional, ao contrário do que sucede em todo o país, a JSD/M aguarda pela resposta à candidatura do IFCN ao POSEUR que prevê a aquisição, até o final de 2020, de 11 novas viaturas.

“Já que não assumem o pagamento do helicóptero para combate a incêndios, esperamos que o Governo da República e quem gere o referido programa não crie entraves à candidatura que permitirá reforçar a segurança das nossas populações, através da aquisição de novos veículos”, declarou BrunoMelim, à saída do referido encontro.

Em domínio de política ambiental, a JSD/M destacou, ainda, a valorização da carreira de Guarda-Florestal, carreira que “António Costa menosprezou quando era titular da pasta da Administração interna, integrando-a na GNR”, mas que foi sempre prioridade da governação social-democrata. O líder da JSD/M referiu, ainda,que “não nos podemos esquecer que a carreira de sapador florestal é um projecto desenvolvido na Região, pioneiro em todo o país e permite, a quem vigia as nossas serras, ter formação e instrumentos adequados a qualquer emergência que ocorra no âmbito florestal”.

Numa próxima legislatura é fundamental, no entender da JSD/M, reforçar o combate às espécies invasoras, através dos trabalhos de reflorestação das várias zonas da Região, bem como a intensificação da utilização das novas tecnologias – como é o caso dos drones – com o intuito de dar uma resposta ainda mais eficiente no domínio florestal.

Por fim, a JSD/M mostrou-se satisfeita pelo lançamento do concurso relativo à contratação de mais guardas-florestais pois“investir em meios de prevenção e auxílio é apostar na população, na valorização do património florestal e, consequentemente, é também apostar no futuro da Madeira.”