JPP quer melhores condições na Escola Dr. Francisco Freitas Branco, no Porto Santo

 

O partido JPP esteve hoje na Escola Básica e Secundária Dr. Francisco Freitas Branco, no Porto Santo, com o objectivo de se inteirar das obras de requalificação. Segundo uma nota do partido, deparou-se com algumas falhas, prejudiciais para quem ali trabalha e estuda.

“Temos ouvido muitas críticas, por parte de pais, encarregados de educação e de alguns professores, sobre esta requalificação, visto que o Porto Santo merecia uma escola nova, construída de raiz. Esta foi uma promessa do actual presidente do Governo Regional, que depois mudou, e em vez de uma nova construção optou por uma requalificação da escola actual”, recordou, a propósito, o deputado Paulo Alves.

Após visitar o bloco 3, já pronto e onde estão a funcionar as aulas do 3.º ciclo, o “Juntos Pelo Povo” recomenda ao Governo Regional que “corrija algumas lacunas de construção” ali existentes. Paulo Alves alertou para a necessidade de se ter em conta as características próprias da Ilha Dourada, nomeadamente “ao nível da exposição solar e do calor”, que já estão a criar transtornos: “Tornam as salas de aula muito quentes, bem como os corredores e é necessário emendar estas lacunas aqui e para os outros blocos que serão construídos”.

O deputado alerta também para a falta de um elevador interior: “Existe apenas uma rampa exterior, sem cobertura, para os alunos com cadeiras de rodas ou com dificuldades de mobilidade acederem ao piso superior, expostos às condições climatéricas. A requalificação devia salvaguardar a deslocação destes alunos.”

Relativamente às salas de informática, Paulo Alves constatou que “além de serem pequenas, não estão devidamente apetrechadas ao nível de material tecnológico e informático, nomeadamente com vídeo projectores fixos ou quadros interactivos, algo que no século XXI não se admite”.

O deputado do JPP deixou “um louvor ao trabalho desempenhado pelos professores e funcionários desta escola, que neste momento trabalham em condições pouco recomendáveis e têm de se adaptar às obras que estão a decorrer, o que traz algum transtorno ao seu desempenho profissional”.