


A greve dos estivadores está a atrasar a chegada de todo o material para o parque de diversões de Natal, este ano, e pela segunda vez, implantado na Praça do Povo e já com a experiência positiva de 2017, onde a centralidade provocou registos de grandes afluências, cenário que a organização espera ver repetido este ano. A abertura, no entanto, deverá acontecer mesmo a 30 de novembro, como estava previsto. O circo abre a 6 de dezembro.
O material que falta deveria ter chegado ontem, mas tudo indica que chegue sábado, como referiu ao FN o responsável por toda a componente organizativa, Rui Carvalho. No entanto, há muito material já no local e em processo de montagem, tendo em vista proporcionar, aos madeirenses, um espaço de diversão em epoca alta da Madeira, o Natal e final do ano em grande.

O Luna Park terá todas as diversões que não podem faltar num parque de diversões, como sejam carros elétricos, Canguru, 360, elásticos, montanha russa, espaços para pequenos e grandes, além das barracas de comes e bebes, também elas habituais numa área desta natureza.
A novidade para este ano é mesmo uma diversão chamada “The King”, uma estrutura que poucos acreditavam fosse possível transportar, pela dimensão e pelo peso, mas que foi possível transportar nos navios do grupo madeirense Sousa. Rui Carvalho diz que se trata de uma estrutura enorme, com cadeiras que rodam entre si e, à parte disso, quando atinge uma altura de 20, 30 metros, dá uma volta completa. É uma diversão extremamente radical”, alerta. Uma aposta forte no conjunto de oferta que o parque disponibiliza aos madeirenses.

Quanto a dias do euro ou períodos do dia com as diversões mais baratas, isso não vai acontecer. Por uma razão simples, o espaço situa-se dentro da cidade e a organização pretende que o Parque de Diversões seja um espaço agradável e não um estorvo para a cidade. Rui Carvalho salvaguarda que “o facto de não haver promoções, não foi imposição de qualquer entidade, mas sim uma opção dos organizadores, uma vez que a existência de dias com preços mais baixos poderia provocar uma afluência elevada de visitantes, que poderiam por em causa o normal funcionamento da cidade em termos de trânsito automóvel. A cidade continua a trabalhar normalmente no Natal e é importante que o parque não represente uma alteração da funcionalidade diária do Funchal”.
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