O Movimento Partido da Terra veio hoje publicamente apontar aquilo que considerou como “atentados ambientais que têm assolado a nossa região, que colocam em causa, a sobrevivência de ecossistemas inteiros e da sustentabilidade dos nossos recursos naturais, ambientais e paisagísticos”.
O MPT enumerou os casos concretos da sua abrdagem: “A Ribeira da Metade, no Faial onde em plena reserva da biosfera de todos os madeirenses acontece uma extracção de inertes desgovernada, intensiva e exaustiva, onde em prol de certos grupos económicos da construção civil o Governo Regional põe em causa o nosso ecossistema; As obras de intervenção para a ampliação do aproveitamento hidroeléctrico da Calheta, que compromete m gravemente a sustentabilidade dos habitats endémicos da RAM, nomeadamente no Pico da Urze; O despejo de inertes no leito da ribeira, na Ponta do Sol, causando a poluição da fauna marítima naquele local e ainda colocando em perigo a vila da ponta do sol através da extracção de pedras e pelo corte de árvores como Tis, Loureiros; Atentado ecológico vivido pelos residentes da freguesia do Porto da Cruz, devido aos inúmeros problemas que se vive lá por causa do mau funcionamento da rede de tratamento de água residuais”
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