Ministro responde a Sara Madruga: não há verba para o novo Hospital da Madeira no Orçamento de Estado para 2018

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Segundo refere a deputada Sara Madruga, o ministro afirma que não há verba para o novo hospital da Madeira no Orçamento de Estado para 2018.

“Sim ou não? O Governo cumpre ou não cumpre com o que prometeu à Madeira?” Foi desta forma que a deputada Sara Madruga da Costa iniciou a sua intervenção no debate da generalidade do Orçamento do Estado, sobre o financiamento do Novo Hospital da Madeira. O ministro Mário Centeno foi claro: não há verba para o novo hospital da Madeira no Orçamento de Estado para 2018, remetendo para o grupo de trabalho a avaliação de toda a situação relacionada com essa obra.

Depois de ontem o Primeiro Ministro não ter assumido qualquer compromisso com o Novo Hospital da Madeira e de ter referido a necessidade de avaliar o interesse da obra, não obstante o comunicado do PS a avançar com aquilo que disse ter sido uma garantia do primeiro ministro que iria inscrever a verba para o novo hospital no OE para 2018, a deputada social democrata voltou a insistir na clarificação e na definição do financiamento do Novo Hospital, referindo que “ é o mínimo que este governo da república pode fazer pelos madeirenses e porto-santenses depois do financiamento já ter sido assegurado pelo Primeiro Ministro e dos cartazes do PS espalhados pelas ruas da Região.

Sara Madruga da Costa exigiu que o Ministro das Finanças esclareça de uma vez por todas quando é que haverá verbas para o Novo Hospital, “deixem de falar em grupos de trabalhos, deixem-se de jogadas partidárias e de discriminar os madeirenses e porto-santenses e digam de uma vez por todas quando haverá verba para o Novo Hospital”. O ministro esclarecer para confirmar que, no OE para 2018, não há dinheiro para o novo hospital.

A deputada madeirense relembrou que o governo regional está a fazer a sua parte e que neste momento falta apenas a parte da república. “Aliás este governo da República já disse e prometeu um pouco de tudo, já assegurou o financiamento, depois falou em meio Hospital e agora espante-se não há nem um cêntimo para a sua construção.”