JPP começa campanha com arruada no Caniço: Filipe Sousa critica oposição vazia e sem rumo

O partido Juntos pelo Povo (JPP) deu hoje início oficial à sua campanha com uma arruada e um mini-comício na cidade do Caniço.

A oportunidade foi aproveitada por Filipe Sousa, candidato à Câmara Municipal de Santa Cruz, para sublinhar que nestas eleições a escolha é muito clara e faz-se na opção entre aqueles que mostraram ser capazes de governar e fazer obra num cenário de dificuldade extrema e numa câmara falida, e o partido que foi responsável por essa falência e que agora “caiu no vazio, sem projeto, sem rumo, a não ser o poder pelo poder”. “Nem criticar sabem, visto que criticam sem apresentar soluções”.

Foto DR.

Filipe Sousa apontou o dedo ao PSD, questionando quais são as ideias daquele partido para vários sectores e apresentando, em alternativa, os projetos do JPP.

“Qual é a ideia que têm para o sector do turismo? Nenhuma, zero. Concordam agora com a taxa que criticaram e que tentaram travar. Nós, pelo contrário, temos um forte investimento para tornar mais atrativa a oferta turística, com a valorização dos centros urbanos de todas as freguesias, e a valorização da frente-mar, desde Santa Cruz ao Caniço. Qual é a ideia que têm para a economia e criação de emprego? Zero, nada. Nós temos um forte investimento público na repavimentação de acessibilidades, na criação de novas centralidades que tornem o concelho mais atrativo para quem aqui quer investir. Qual é o projeto social que têm? Nada, a não ser colocar em papel o que já existe. Nós temos um investimento superior a 4 milhões de euros, a ser dividido pelo fundo social de emergência, bolsas de estudo, manuais escolares”.

O candidato do JPP voltou a sublinhar que se o JPP foi capaz de governar quatro anos num cenário de extrema dificuldade, e ainda assim lançar obra e medidas sociais, basta imaginar o que poderá fazer agora que tem margem para investir. Defendeu, por isso, que não é justo que sejam outros a executar aquilo que o JPP conseguiu, até pelo risco que existe de voltar ao passado a uma dívida nova