Como votaram as Câmaras desde 1976?: Porto Santo 7 vezes PSD, 4 vezes PS

O concelho do Ponto Santo já conheceu, até hoje, desde 1976, a governação de duas forças políticas.

A alternância política vem de longe e tem sido entre dois pólos: 7 mandatos para o PSD 4 mandatos para o PS.

A aurora da Democracia começou com uma governação socialista de Góis Mendonça. Mas em 1979, o PSD conquistou a Câmara da ilha dourada.

Das 7 governações ‘laranja’, o melhor resultado do PSD foi em 2005 (73,2%) e o pior resultado nas Autárquicas de 1993 (28,7%).

Nas 4 vezes em que foi poder, PS obteve o seu melhor resultado de sempre no Porto Santo em 1993 (64,6%). O pior resultado dos socialistas foi em 2005 (21,7%).

O CDS não se tem conseguido afirmar na ilha dourada. Ainda assim, o seu melhor resultado foi nas últimas Autárquicas de 2013 (9,2%). O pior resultado dos centristas foi em 2005 (0,9%).

Em 2009 o MPT obteve 0,9% do eleitorado.

Em 1993 o PSN obteve 0,7% dos votos e, em 1993, o PSN 0,7%.

O PTP entrou na corrida em 2013 e conseguiu 4,4% do eleitorado

Em 2013 também entrou na corrida uma candidatura independente, do empresário Carlos Ruas, que obteve 3,7% dos votos.

PCP/APU e UDP/BE nunca conseguiram se afirmar eleitoralmente no Porto Santo obtendo percentagens eleitorais entre 0,1% e 1,5%.

Para a Assembleia Municipal do Porto Santo não existe propriamente um decalque da votação para a Câmara mas anda lá perto.

Na ilha dourada, o histórico de eleições demonstra que PSD e PS têm já conseguido eleger o maior número dos 15 deputados municipais.

Aliás, foram os únicos partidos a fazê-lo até 2013, altura em que o CDS conquistou 2 mandatos na Assembleia Municipal e o PTP um mandato.

Aliás, o empate (6-6) entre mandatos do PS e do PSD tem causado ‘dores de cabeça’ ao atual autarca do Porto Santo para fazer passar as suas propostas na Assembleia Municipal.

Em 1993 o PSN havia concorrido à Câmara mas não apresentaram listas à Assembleia Municipal.

O CDS não o fez entre 1979 e 1989. Carlos Ruas também não o fez em 2013.

A UDP/BE só passou a apresentar listas a partir de 1993. O PCP não concorreu a este órgão em 1976 e 1993.