Rui Barreto critica “incúria, desleixo, incompetência” e diz que há “clima de insegurança”

O candidato centrista à liderança da edilidade funchalense atribuiu “o clima de insegurança que os funchalenses” sentem à “incúria, ao desleixo, à incompetência e à falta de zelo” por aquilo que é o património de todos.

As declarações foram proferidas num encontro promovido pelo movimento “Somos Todos Monte”, que juntou mais de uma centena de simpatizantes, militantes e apoiantes da candidatura de Rui Barreto à Câmara do Funchal e de Pedro Pereira à Junta de Freguesia do Monte, informa o partido. Barreto comprometeu-se a recolocar a política ao serviço do bem comum e lançou um conjunto de perguntas aos presentes: “É ou não verdade que o Funchal já foi uma cidade mais limpa do que está agora? É ou não verdade que já cuidámos melhor dos nossos jardins? É ou não verdade que os funchalenses já se sentiram mais seguros e com uma verdadeira protecção civil?”

O próprio não tardou a responder: “Julgamos que nos últimos anos tem aumentado a incúria, o desleixo, a falta de cuidado com os nossos becos, as nossas ruas, as nossas estradas, os nossos jardins”.

Para o candidato, “nós merecemos e podemos fazer melhor, mas o melhor para defendermos o património comum de todos os funchalenses é aqueles que nos representam ter essa vontade e exercerem com respeito, responsabilidade e competência as suas funções públicas.”

Rui Barreto frisou  que o Funchal e particularmente o Monte têm sido fustigados nos últimos anos com aluviões e tragédias. “Não pode ser uma fatalidade tudo o que nos acontece de mal”, considerou, estimulando os presentes a não não baixarem os braços.

Rui Barreto, que tem defendido uma campanha positiva e construtora de ideias, assumiu que para cada crítica apresentará uma solução. Por isso compromete-se a devolver a totalidade dos 5% de IRS, ao longo do mandato, recordando que os funchalenses já recebem 1,5% por proposta do CDS-PP; apoiar as famílias no custo das mensalidades das creches públicas e privadas; dar respostas rápidas aos pedidos dos munícipes; corrigir as omissões que o Plano Director Municipal do Funchal apresenta e que vão impedir a legalização das chamadas habitações ilegais; e criar o Cartão Eco-Funchal que dará descontos na conta da água, refere uma nota de imprensa do CDS.