Candidatura do PS reuniu-se com Bombeiros Voluntários de Santana

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Um dos pilares fundamentais da candidatura do Partido Socialista (PS) à Câmara Municipal de Santana consiste na auscultação das forças vivas do concelho, disse o candidato do PS à Câmara Municipal de Santana, João Sousa,  que entende que o município tem de ser governado de fora para dentro.

Nesse sentido, a candidatura do PS em Santana reuniu, ontem, com a Associação dos Bombeiros Voluntários de Santana.

João Sousa disse que “pelo que vimos e ouvimos, conclui-se que esta instituição debate-se com graves problemas financeiros, porque as despesas aumentaram, mas o atual governo da Câmara Municipal de Santana, do CDS, reduziu, fortemente e de forma cega, os apoios atribuídos aos Bombeiros Voluntários de Santana, porque só se preocupa com a gestão da dívida que o PSD deixou, como se não houvesse mais vida neste município, pondo, inclusive, em risco o serviço que presta à população”.

A candidatura lembra que, “com o encerramento das Urgências Noturnas do Centro de Saúde de Santana, aumentou o serviço de emergência e transporte de doentes para os centros de saúde com urgências mais próximos. Como se isso não bastasse, há ainda o elevado número de resgates de turistas nas montanhas do concelho, que são feitos numa viatura sem as condições adequadas”.

Se a população de Santana der ao PS a oportunidade de assumir pela primeira vez os destinos da Câmara, verá que a sua proteção civil será reforçada, pois os Bombeiros serão dotados de mais meios financeiros para melhor cumprirem a sua indispensável missão, que é extremamente importante, quer no combate aos incêndios, que podem deflagrar e pôr em risco a imensa mancha verde do concelho, o nosso ouro verde, quer no serviço de emergência e transporte de doentes.

“Queremos reafirmar que, com o PS à frente da Câmara, seremos uma voz insistente e persistente na exigência da reabertura das Urgências Noturnas no Centro de Saúde de Santana, até para libertar os Bombeiros para melhor acudirem às outras solicitações”, remata.