JPP apresenta obra e pede confiança em Outubro

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O JPP esteve, esta manhã, no Caniço, com o objetivo de fazer um balanço do seu mandato autárquico na Câmara Municipal de Santa Cruz.

Filipe Sousa, porta voz da iniciativa, sublinhou que o percurso iniciado há três anos e meio conduziu a autarquia ao equilíbrio financeiro e à reorganização de toda a dinâmica administrativa o que permitiu, a partir de janeiro de 2017, desencadear um conjunto de investimentos em todo o concelho de Santa Cruz que ascendem a mais de dois milhões de euros.

“Isto é obra. Recuperamos uma autarquia completamente falida, com limites de endividamento superiores a 14 milhões de euros acima dos limites legais e felizmente posso dizer que a câmara garante agora uma capacidade de investimento superior aos seis milhões de euros”.

E porque é de obra que se trata, o autarca e presidente do JPP deu alguns exemplos, como é o caso do asfaltamento de todo o centro do Caniço, o parque infantil junto à Igreja e o parque infantil da Assomada, e ainda a medida social que em outubro vai abranger todas as famílias, com a distribuição dos manuais escolares a todas as crianças do 1º Ciclo.

Filipe Sousa garantiu, contudo, que os investimentos não se ficam por aqui e que dentro de duas semanas terá início o asfaltamento da Estrada João Gonçalves Zarco, desde o Boieiro até ao Caniço Shopping, da Estrada Avelino Pinto, e acesso à Praia dos Reis Magos.

“Isto deixa-me orgulhoso porque recuperamos em três anos o que destruíram em 30 amos e conseguimos ter margem para resolver problemas da população. Por isso, queria deixar uma palavra de confiança ao povo deste concelho, esperando que no próximo dia 1 de outubro confiem em nós, porque temos mais investimentos projetados, na eficiência energética, na recuperação das perdas de água. Estou aqui de peito aberto e de coração aberto a dizer que conseguimos e vamos conseguir muito mais se merecermos a confiança do povo deste com concelho”, garantiu.

Aos que o acusam de eleitoralismo, lembrou que estas obras nunca foram feitas antes por quem agora o critica, nem mesmo quando havia dinheiro para isso.