Fontenário dos sonhos

fontes de joão diniz

Rui Marote

Esta manhã, ainda o sol não despontava no horizonte, numa cidade deserta, fomos deparar com esta imagem das fontes de João Dinis. Foi o primeiro instantâneo que cáptamos nesta ronda matinal. Ficámos a contemplar um pouco esta cena, o som da água que corria, um ser humano enrolado em mantas.

Recordámos a canção de Dulce Pontes:

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo.

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Estas fontes foram mandadas construir no longínquo ano de 1490. Serviram para abastecer os navios que aportavam ao Funchal e durante muito tempo, para matar a sede à população. Durante décadas, porém, foram soterradas e só depois do 20 de Fevereiro de 2010 foram novamente colocadas a descoberto.

Hoje serviram de dormitório durante uma noite bem chuvosa.

Que sonhos terá este homem? Com certeza não serão com o Pai Natal.

 


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