O ex-presidente do Governo Regional lembrou hoje ao partido Juntos pelo Povo (JPP) que, ao longo dos seus mandatos, entre 30 de Setembro de 1979 e 9 de Abril de 2015, fez 584 inaugurações só no Concelho de Santa Cruz. E enumerou cada uma delas.
Em artigo enviado para as redações com o título ‘JPP, Juntos Para Patetices!’, Jardim revela que dá-se “a este esclarecer do trabalho em Santa Cruz dos que são autonomistas e sociais-democratas, porque quem devia fazê-lo, ou não sabe, ou anda naquela linha do tal suicida e ridículo “ambiente melhor”, feito de agradar à Oposição e de pesadelos urticários com a sua própria História”.
O ex-presidente justifica a quebra de silencia porque “uns “comunas” de Gaula, expressão doméstica do chavismo rafeiro e do transtornado “bloco” impropriamente autodenominado de “esquerda” -confusão entre esta e o analfabetismo- à boa maneira estalinista tentam apagar a História, dizendo que o PSD nada ter feito e eles, sim, quando se saldam num zero”.
Entretido que estava “na conclusão do livro sobre a Madeira 1974-2015”, mantendo-se “feliz e distante da indigência política”, Jardim quebrou o silêncio para insta as Autoridades a fiscalizar o que se passa em Santa Cruz.
“É Dever do Tribunal de Contas e das Inspecção Regional de Finanças, neste quadro do síndico recorrer aos Tribunais em confrontos políticos, averiguar se tais “brincadeiras” também são suportadas pelos cofres da Autarquia, nos honorários com Advogados cuja dimensão vem sendo denunciada pelo respectiva Oposição”.
“Recordo ter dito que sempre que aparecessem mentiras, distorções ou omissões dolosas sobre os anos à minha principal responsabilidade e do PSD, apesar da censura selectiva em vigor tentaria repôr a verdade. Quanto às provocações, prefiro divertir-me ao lhes gozar a tontice”, justifica.
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