A candidatura do PAN deslocou-se ontem ao Estádio dos Barreiros, para defender a não atribuição de subsídios ao futebol profissional. E isto, nas palavras do porta-voz da iniciativa, José Freitas, porque o mesmo “é uma actividade empresarial”, pelo que devem ser os empresários interessados na mesma a apostarem nela o seu dinheiro.
“Há a ideia de que o futebol profissional gera impostos para o governo, mas entendemos que isso é um argumento falacioso, pois, nessa ordem de ideias, o governo deveria subsidiar toda e qualquer ordem de negócio, visto que qualquer um deles, nas suas dimensões e especificações próprias, gera impostos”, afirmou.
Por outro lado, o PAN entende que as modalidades desportivas amadoras, essas sim, deverão ser alvo de atenção governamental, principalmente se não forem geradoras de recursos suficientes para sustentar a sua actividade”.
Estas práticas desportivas é que são potenciadoras, nas camadas mais jovens, de enquadramento na vida, com grandes benefícios físicos e psicológicos. Por tudo isso, deveria ser mudado o paradigma de que se deve subsidiar o desporto profissional, e não tanto as modalidades amadoras. Mais grave ainda é que os subsídios para as modalidades amadoras sofreram grandes cortes em 2014, Algo que deveria ser imediatamente revisto, na óptica do partido.
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