Romúlo Coelho pede reeleição de Passos

 

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Rómulo Coelho: Foto – Fabíola de Sousa

Esta tarde na Herdade do Chão da Lagoa, cumpriu-se a tradição dos discursos políticos, desta vez de forma diferente, sem a presença de Alberto João Jardim e com o novo presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, que mesmo em convalesça de uma operação ao rim, não deixou de fazer a tradicional ronda pelas barracas acompanhado pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que veio pela primeira vez à “festa do Chão da Lagoa”.

A abrir a hostes esteve o líder da JSD/Madeira, Rómulo Coelho,  que começou por lembrar que o “PSD foi à luta e está mais vivo do que nunca”. O presidente da “Jota” relembrou que a partir de Setembro será uma realidade as tarifas áreas para estudantes na Madeira que vão deixar de pagar valores exorbitantes para estudar no Continente, “em Setembro será uma realidade as tarifas de estudante andará a volta dos 60 euros e no caso dos residentes 80 euros. Estas sim são batalhas ganhas não só pela social-democracia, mas também pelos madeirenses e portossantenses”, declarou.

Romúlo elogiou a liderança actual do partido, nomeadamente, a pessoa de Miguel Albuquerque, “com o nosso líder e presidente, Miguel Albuquerque temos estado a renovar e a pôr a Madeira de novo no seu caminho, no desígnio da qualidade, da prosperidade e na vertente do futuro pensado nos futuros jovens e em todos os futuros quadros da nossa Região”.

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Rómulo Coelho: Foto – Fabíola de Sousa

E a três meses da eleições legislativas nacionais o líder da JSD/Madeira não podia deixar de falar no acto eleitoral destacando que o PSD tem de continuar a sua luta, sendo que em primeiro lugar é necessário eleger os representantes na Assembleia da República pelo círculo da Madeira, “temos de eleger aqueles que na capital nos vão defender, vão defender os madeirenses e os portossantenses”, vincou.

A terminar salientou que para eleger os deputados da Madeira na Assembleia da República é necessário “fazer um forcing para conseguir reeleger Pedro Passos Coelho como primeiro-ministro de Portugal”, rematou.