Passos Coelho exaltou a transformação da Madreira. De tom mais comedido mas incisivo prestou homenagem ao novo chefe do executivo da Madeira. “E Miguel Albuquerque é o rosto e a alma da mudança”.
Rodeado por caras novas do PSD, como Paulo Neves, Sara Madruga, Rubina Berardo, Daniell Borges e outros, reonheceu os “tempos de dificuldade” e deixa claro que a “história nunca perde tempo com quem tem muitas dúvidas e hesita”. Justificando a austeridade do seu governo, disse que “estamos a pagar as nossa dívidas como gente honrada que somos” e “Portugal pode sonhar mais longe”.
Passos também referiu que “ninguém come TGV,s e autoestradas”. Daí a aposta em dar melhores condições de mobilidade aos madeirenses como é o caso do teto fixado para as tarifas aéreas.
A toada dos discursos foi mais monótona do que o ritmo endiabrado de Jardim. Estilos completamente distintos marcam a nova era. De vez em quando, o refrão:”Albuquerque olé…”
Para Passos “hoje ganhámos o direito a ter um futuro melhor”.
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