
O PTP-Madeira emitiu um comunicado no qual lamenta que a primeira visita oficial do Primeiro-ministro à Região, aconteça só no final da legislatura e em vésperas de Eleições Legislativas.
“É vergonhoso que o titular do Governo Português tivesse passado um mandato sem visitar oficialmente a RAM, particularmente quando fomos alvo de medidas de austeridade muito superiores ao do resto do país, colocando a Região numa situação do ponto de vista económico e financeiro e por conseguinte social extremamente complicado”, diz o PTP.
“Nunca durante a execução do PAEF, Passos Coelho se compadeceu das dificuldades que assolaram a Região. E esta visita à ilha, que registamos só acontecer em período pré-eleitoral, fica marcada pela resolução de problemas que há muito tempo já deveriam ter sido solucionados e que possivelmente não serão executados pelo seu Governo. E só vão ser resolvidos graças à insistência e tenacidade de alguns partidos da oposição que aqui na Madeira não deram tréguas na defesa dos interesses dos Madeirenses e Porto-Santenses. O estabelecimento de um teto máximo para as viagens áreas entre a Madeira e o Continente é sobretudo uma vitória da esquerda, que lutou incansavelmente para a concretização desse direito, assim como já estava estabelecido nos Açores”.
Por outro lado, critica o PTP, “a visita fica marcada pelo adiar da resolução de uma série de problemas que têm lesado seriamente a Região, como é o caso da construção de um novo hospital e da renegociação da dívida da Madeira”.
Como tal, o deputado do Partido Trabalhista, José Manuel Coelho, por coerência não marcou presença na iniciativa da ALRAM, um Madeira de Honra para cumprimentar Passos Coelho, “aquele que consideramos ser o pior Primeiro-ministro para a Madeira e seu sistema Autonómico”.
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